segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Sobre furacões...

Sabe quando vem aqueles bem fortes de repente, te tirando do seu "marasmo" (no meu caso, é mais calma mesmo)? Pois é...
Tipo assim, entre estrupulias, baladas, amigos, inimigos, trabalho, mais trabalho, muito trabalho, ainda sobra um tempo pra divagar na vida.
Como certas surpresas que pegam a gente de surpresa e nos fazem pensar em várias coisas.
Os próximos posts serão mais ou menos sobre isso (por que eu tive um faniquito e escrevi horrorez hoje).
Stay tuned.

sábado, 2 de agosto de 2008

Sobre confiança...

Essa semana tive uma conversa bem importante pra minha vida como um todo... E por mais surpreendente que seja, foi com uma pessoa que semanas atrás me fez muito mal...
Falamos de confiabilidade, e ela me disse algo importantíssimo: "Alê, você confia demais nas pessoas. É melhor você ficar esperto. Já foi passado pra trás algumas vezes, não deixe isso acontecer de novo."
Voltei no metrô pensando e realmente.
Já fui passado pra trás por duas estagiárias em dois trabalhos que tive no passado. Por que confiava nelas a ponto de me abrir (não sobre sexualidade, sobre trabalho mesmo) e elas aproveitarem pra se fazer as minhas custas.
Já fui passado pra trás por pessoas que achava que fossem minhas amigas, mas que na hora do aperto esqueceram disso. Quantas vezes não fui ao socorro de alguém, ou fui levar e buscar, ou paguei isso ou aquilo? E quantas vezes elas fizeram o mesmo por mim quando eu estava na pior?
Já fui passado pra trás, óbvio, por pessoas que me envolvi, onde me abri todo também, e o pagamento que recebo é um chifre, um pé na bunda, uma desculpinha esfarrada e o total desprezo pelos meus sentimentos.
E tava vendo que isso tava prestes a acontecer de novo. Eu, um cidadão já chegando nos 30, me deixando se passar pra trás de novo. E por que? Inocência. Eu juro que não via maldade naquilo que estava acontecendo.
O ser humano é mau. Essa foi a conclusão do dia. Mas existem as exceções, como toda regra. O problema é a raridade dessas ocorrências. E aí a gente acaba assim, sem fé, e fechado num casulo.
Malícia, meu caro, é disso que eu preciso, e é isso que eu vou colocar na busca do Ebay daqui pra frente. Senão esse casulo não se abre nunca mais...