sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Sobre expectativas para o final de semana...

Espero sinceramente que o meu final de semana seja muito divertido. A contar pelo meu humor nos últimos dias, essa tarefa tende a ser meio difícil, mas eu juro que vou tentar.
Só espero não ter que passar por diálogos como esse:

Eu: Olha lá, olha a m*rda!
Amigo: O que foi?!?
Eu: Basta eu passar e cruzar o olhar com um michê, eles já se abrem tooooodos pra mim...
Amigo: HAHAHAHAHAHA
Eu: É sério! Olha lá, olha esse... (nesse momento, passamos do lado de um michê sem camisa - gostosinho até - que imediatamente sorri e passa a mão pela barriga rasgada dele)
Eu: Tá vendo! Tá vendo!
Amigo: Por que será, né?
Eu: Eu devo ter cara de perdedor, só pode... Daqueles que pagam pra ter sexo...

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Sobre se odiar...



... por que mesmo depois de 4 anos e de assistir 20 milhões de vezes, eu ainda choro...

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Sobre a insustentável leveza do ser...


Eu sei que posso estar falando um bando de besteiras, mas esses dias, conversando com um amigo, falamos sobre seres humanos e comprometimento. O quanto isso é difícil de se alcançar (o compromentimento por parte dos seres humanos, no caso).
Depois de 15 minutos ouvindo minhas teorias, ele me contou sobre o livro/filme que dão título a esse post, que fala basicamente sobre comprometimento e liberdade, utilizando algumas bases filosóficas e tal. Fiquei bem curioso pra ler/assistir o filme.
Enfim, o ponto que eu quero chegar é como se conseguir o comprometimento de alguém hoje em dia, e como fazer ou convencer alguém a se comprometer sem achar que seja um "peso". E eu nem digo pra namorar não, eu me refiro tbém aquelas pessoas que ficam de ligar e não ligam, aquelas pessoas que combinam de fazer uma coisa e não fazem.
E não adianta falar que é tudo culpa dessa nossa sociedade moderna, por que a gente arruma um tempinho pras coisas SIM!
Será que com o passar dos anos as necessidades humanas acabam se decolando do tal do comprometimento?

PS: eu sei, esse blog nessa fase tá meio chato, meio pensante demais... Mas eu tô juntando aqueles materias divertidos pra postar depois, tá?

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Sobre o "under my umbrella"...

É engraçado quando a gente conhece alguém novo, né? A gente tem uma imagem ABC e, com o tempo, essa imagem se transforma em XYZ.
Óbvio que as vezes as pessoas acabam "desencontrando" os objetivos por conta dessas expectativas e imagens e idealizações... Mas as vezes a surpresa pode ser muuuito mais agradável.
E aí vc chama essa pessoa pra ficar debaixo do seu guarda-chuva... *rs
Óbvio que também tem um risco, mas o que é que não tem riscos na vida?

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Sobre finais de semana e tranquilidade...


... por que nem só de arraso vive uma bicha...
Mas mesmo com a tranquilidade da distância de clubes e boates e "arrasos" e homens, ainda assim a gente tem tempo para:
- descobrir coisas que se desconfiava;
- confirmar atitudes e comportamentos suspeitos de certas pessoas;
- se confundir com atitudes e comportamentos de uma pessoa específica;
- ficar indeciso sobre quais as próximas atitudes e comportamentos a tomar com essa pessoa específica;
- se surpreender com atitudes e comportamentos de outras pessoas;
- curtir de verdade os amigos reais e verdeiros;
- fazer o bem a quem precisa, sem pedir nada em troca.
Aliás, a nova ordem mundial é "dar sem pedir nada em troca". Dar amor, dar carinho, dar afeto, dar atenção...
Bom, se vc quiser dar outras coisas tbém, aí é uma questão sua... *rs

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Sobre a dinâmica da balada...


Depois de um tempão casado, vc meio que perde o jeito da paquera quando "volta ao mercado", né? Pelo menos foi o que eu senti (e as vezes ainda sinto) quando eu saio a noite.
Primeiro, que vc não sabe mais onde ir direito... Parece que em SP as baladas meio que se polarizaram: ou são lugares de drogaditos ouvindo aquelas músicas chatéssimas que ninguém canta e que me dão dor de cabeça, ou então são aqueles lugares cheeeeios de cacuras e poc's. Mas até que consegui achar um lugar meio termo.
Depois, que por mais que o tempo passe, as atitudes continuam as mesmas (aquelas mesmas que eu nunca gostei, como a importancia da aparência, o "fast-foda", e por aí vai...). Então, já que não pode com ele, junte-se a eles!
Nesse tempo todo de solteiro, eu não anotei o telefone de 1 pessoa sequer. A minha atitude (e as vezes até a minha fala) são sempre as mesmas: "Não adianta eu anotar seu tel por que eu não vou te ligar, se quiser, vc me liga". E, pra ser sincero, não fazia questão que ninguém me ligasse... *rs
Meu Deus... Será que eu me tornei o tipo de pessoa que faz pessoas do tipo que eu era sofrer? Pensando melhor num segundo momento (e prestando melhor atenção no que acontece por aí na noite) acho que não, afinal, qual a chance de se conhecer alguém que realmente valha a pena numa balada? Ok, podem me dizer que da mesma forma que eu vou, outras pessoas legais tbém vão, mas o que eu tenho visto pelo menos não é isso... Os casais mais duradouros e mais legais se conhecem através de amigos em comum, ou em situações fora da noite...
Então, já que a noite é pra se divertir, que venha a diversão! Afinal, hoje é sexta-feira!

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Sobre divórcios e o dia depois...



Bom, antes de começar, queria dizer que desde o final daquele blog e o começo desse, algumas coisas mudaram. Uma delas foi meu casamento de 2 anos e 4 meses que foi pro beleléu.
O processo foi doloroso, confesso. Entre o estopim da coisa e a aceitação final, muita coisa rolou, muita informação foi surgindo, enfim, aquelas coisas chatas de final de relacionamento.
O que me faz crer que nenhum tipo de rompimento tem o desenrolar tranquilo (exceto, é claro, aqueles de comum acordo). Eu já estive ao lado de vários desses processos, e mesmo assim, quando o meu aconteceu, eu não fazia a menor idéia de como lidar. Aquela coisa: só sente quando é no seu.. Mas eu posso falar das fases pelo qual eu passei.
A primeira foi a da recusa, a de não acreditar naquilo que estava acontecendo, de procurar os porquês, os motivos, e ainda vislumbrar algum tipo de volta. Essa minha fase contou com a ajuda imensurável de alguns bons e sensatos amigos e de um exílio muito bem vindo de tudo e todos.
Depois, veio a da descoberta, a parte que a gente senta, conversa, discute, descobre. E confesso que essa foi a mais dolorosa, afinal, muitas coisas que eu não fazia idéia que aconteciam vieram a tona. Aliado a isso, a intromissão dos "falsos amigos", que nessas horas parece que vem apenas pra te atazanar mais ainda.
Por último, e não menos importante, veio a parte da aceitação, ou popularmente chamada de "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima". Foi quando eu reuni os pedaços (meus e do meu relacionamento), juntei, vi o que eu queria levar e o que eu queria deixar pra trás e segui em frente. Isso não me isentou de chorar na balada quando ouvia determinada música, das lembranças que lugares ou situações traziam, toda aquela coisa uó de fim de namoro.
Mas sabe que no final das contas, eu consegui passar por isso num período relativamente curto de tempo? 2 meses e eu já estava pronto pra outra! Maior orgulho de mim...
E posso dizer uma coisa: muito daquele romântico e utópico que escrevia naquele outro endereço se perdeu no processo. O que pode ser bom ou ruim, ainda estou descobrindo...

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Sobre o recomeço...

Pois é... Acho que está na hora de voltar...
Quer saber do que se trata?
www.a1979sp.blogger.com.br
A 1a. versão de "Selva de Pedra"... *rs